No entanto, por estarmos unidos com o Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem é independente da mulher. (v. 11)
Quando Deus criou o ser humano, criou-o como homem e mulher. Não os criou para viverem isolados ou independentes, cada um para o seu lado, mas para formarem uma comunhão íntima de vidas. Ambos foram igualmente valorizados e abençoados pelo Criador.
O plano divino é a unidade, isto é, que homem e mulher vivam “com-unidade” e compartilhem as tarefas a eles confiadas. Assim, poderão usufruir a vida em interdependência e amor mútuo.
Ao viver em interdependência, descobre-se a dignidade dos outros e o valor do respeito à sua liberdade. Aprende-se a dar importância de dizer a verdade com amor, sem desvalorizar ou minimizar a outra pessoa. Descobre-se como é importante ter olhos que enxergam além do preconceito e quanta riqueza consiste em valorizar o outro. Tudo isso aproxima pessoas, une e edifica.
Homem e mulher são chamados e desafiados a amar um ao outro como amam a si mesmos, usando como parâmetro o amor de Jesus Cristo. Essa vivência do amor é possível na interdependência, na relação de respeito e na acolhida mútua, na qual prevalece o poder do amor e cai por terra o amor pelo poder, que exclui e separa.
Cristo ama a todos igualmente e não faz distinção de pessoas: “Desse modo não existe diferença entre judeus e não-judeus, entre escravos e livres, entre homens e mulheres: todos vocês são um só por estarem unidos com Jesus Cristo” (Gálatas 3.28).
Que prevaleça entre nós a atitude de Cristo!
Bondoso Deus! Tu te revelas a nós como aquele que deseja ver a unidade e a caminhada conjunta da tua Igreja, mesmo na diversidade de pensamentos, raças e gênero. Ajuda-nos a unir forças para sermos bons construtores da tua obra, alicerçando-a nos ensinamentos de Cristo Jesus. Amém.
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