11 de janeiro de 2018

Livro de Concórdia

O Livro de Concórdia de 1580 reúne os escritos confessionais da igreja luterana, elaborados e subscritos após a Reforma de Martinho Lutero. Ele surgiu num contexto de múltiplos ensinamentos sobre a Bíblia, com o objetivo de sistematizar e esclarecer a fé cristã luterana. Trata-se de documento-base cujo conhecimento e estudo são imprescindíveis para definir a identidade luterana.

O Livro de Concórdia é testemunho dos ensinamentos bíblicos. Ele não é propriedade exclusiva da igreja luterana, embora reúna seus escritos confessionais de vida e fé. É documento que convida ao diálogo, à reflexão, à autoavaliação da igreja quanto à sua prática e presença no mundo. O Livro de Concórdia trata de questões que envolvem toda a cristandade. Aponta para o caminho da unidade e serve como um modelo para a confissão ecumênica da fé cristã.

A CIL disponibiliza a 7ª edição revista e atualizada do Livro de Concórdia em língua portuguesa, mantendo a ortografia anterior ao acordo ortográfico de 2009, no desejo de que a leitura e o estudo desses escritos confessionais se tornem bênção na vida das pessoas que buscam conhecer a reta doutrina, a compreensão correta das Escrituras e o compromisso que remete a seu dia a dia.

 

Seu conteúdo:

Prefácio ao Livro de Concórdia (1580)

I Os Três Símbolos Ecumênicos

II A Confissão de Augsburgo (1530)

Tradução do texto alemão

Tradução do texto latino

III Apologia da Confissão de Augsburgo (1531)

IV Os Artigos de Esmalcalde (1537)

V Tratado Sobre o Poder e o Primado do Papa (1537)

VI Catecismo Menor (1529)

VII Catecismo Maior (1529)

VIII Fórmula de Concórdia (1577)

Tradução do Epítome

Tradução da Declaração Sólida

Índices

 

Para adquirir essa importante obra, entre em contato com:

 

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CONFISSÃO DE AUGSBURGO

 

A Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) e a Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB), através da Comissão Interluterana de Literatura (CIL), colocam à disposição esta separata do Livro de Concórdia (Porto Alegre e São Leopoldo: Editora Concórdia e Editora Sinodal, 1980), contendo a tradução da versão alemã desta histórica confissão, redigida, simultaneamente, em alemão e latim.

A Confissão de Augsburgo, apresentada diante do Imperador Carlos V em 25 de junho de 1530, pode ser considerada a “cédula de identidade” da Igreja Luterana. Apresenta nos seus primeiros 21 artigos o que os luteranos creem, conforme a fé que a Igreja cristã sempre creu e confessou durante toda a sua história. Dos artigos 22 a 28, apresenta assuntos “sobre os quais há divergência”, em particular, abusos sanados na prática eclesial luterana.

Contudo, a Confissão tem um norte teológico claro, que dá consistência e sentido ao todo. Pois sua ênfase maior recai sempre de novo sobre a salvação gratuita que Deus realizou através do sacrifício e da ressurreição de Cristo e que nos é oferecida inteiramente de graça por Deus, mediante a fé em Jesus Cristo.

A Confissão de Augsburgo quis ser um documento ecumênico e não separatista e, assim, apresenta-se ainda hoje. Ao mesmo tempo, mostra a identidade específica do movimento da Reforma iniciado pelo Dr. Martinho Lutero.

 

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